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Prefeitura expede ordem de serviço para iniciar construção de 216 boxes no Camelódromo de Presidente Prudente

Publicada em 28/10/20 às 20:21h - 104 visualizações

por Por Heloise Hamada, G1 Presidente Prudente


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 (Foto: Foto: Marcos Sanches/Secom)
A Prefeitura de Presidente Prudente (SP) expediu, nesta quarta-feira (28), a ordem de serviço para que a Center Serv Serviços de Locação de Mão de Obras Eireli, empresa com sede em São Luís (MA), dê início à construção dos 216 boxes no Shopping Popular, conhecido como Camelódromo, na Praça da Bandeira. O Poder Executivo informou ao G1 que empresa deve começar a execução dos trabalhos e já está na cidade se instalando no local.

A Center Serv foi a vencedora da licitação aberta neste ano pela Prefeitura. O contrato de R$ 1.023.486,23 foi assinado no dia 22 de outubro e prevê a construção de módulos de boxes de alvenaria no Camelódromo. Segundo o município, esse valor já havia de saldo no Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), da Caixa Econômica Federal.

No dia da assinatura do contrato, representantes da Center Serv já estiveram no local da construção dos boxes, na Praça da Bandeira, no Centro de Presidente Prudente, para conferir onde será instalado o canteiro de obras, para que não haja atrito com a Spalla Engenharia Eireli, outra empreiteira que também atua nos trabalhos de revitalização do Camelódromo.

As obras de revitalização do Camelódromo, que fica na Praça da Bandeira, no Centro de Presidente Prudente, estão em andamento desde janeiro deste ano, a cargo da empresa Spalla Engenharia Eireli, de São Paulo (SP).

A Prefeitura explicou ao G1 as diferenças nas contratações das duas empresas.

Segundo a Prefeitura, o prazo para a conclusão dos boxes de alvenaria contratados junto à Center Serv termina em dezembro deste ano, “quando também há a previsão de entrega da obra”.

Os outros 40 boxes que também integram o projeto de revitalização do Camelódromo já foram construídos pela própria Prefeitura, segundo o Executivo.

Ainda de acordo com o Poder Executivo, o projeto inicial das obras de revitalização do Camelódromo não contemplava a construção dos boxes, porque “até então seriam utilizadas as estruturas existentes no local”.

No entanto, segundo a Prefeitura, com o início das obras, “foi verificado que seria inviável a utilização das estruturas que estavam deterioradas”.

O Executivo ponderou que a Center Serv foi contratada “em razão de ter sido a empresa que ofereceu menor valor para construção, uma vez que a concorrência pública ocorre dessa forma”.

As obras de revitalização do Camelódromo tiveram início em janeiro deste ano e seguem em andamento na Praça da Bandeira. A projeção inicial era de término dos trabalhos no dia 6 de setembro, no entanto, a Prefeitura pontuou ao G1 que a previsão atual de conclusão dos serviços passou a ser até o fim do ano.

As obras de revitalização do Camelódromo foram anunciadas pela Prefeitura em novembro de 2018, quando o Poder Executivo assinou contrato com a Caixa Econômica Federal para o financiamento do projeto.

O valor original do contrato assinado com a empresa Spalla era de R$ 2.956.042,05, mas recebeu um aditivo de R$ 356.163,59 e passou para R$ 3.312.205,64. A Prefeitura alegou ao G1 que o acréscimo ocorreu devido à necessidade de aumentar a área de boxes a ser coberta. Segundo o Executivo, com o aumento da área de cobertura, seria necessário adquirir mais pisos, tintas e estruturas metálicas, entre outros itens.

Os impactos do atraso das obras

Nesta quarta-feira (28), o G1 publicou uma reportagem especial que traz relatos de boxistas do Camelódromo sobre os impactos do atraso nas obras de revitalização na vida dos trabalhadores.

A situação já estava difícil desde que os comerciantes foram remanejados da Praça da Bandeira, no Centro da cidade, para ocuparem outros locais provisoriamente durante a reforma. A maior parte dos boxistas se instalou no Terminal Urbano, enquanto outra parte foi para um shopping center, ambos também no Centro, alguns comerciantes ainda abriram um negócio próprio e outros passaram a comercializar seus produtos da própria casa.

De um jeito ou de outro, todos sentiram e ainda sentem os impactos que o atraso nas obras causou.




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