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Dengue leva vereador Izaque Silva a licenciar-se por cinco dias da Câmara Municipal de Presidente Prudente

Publicada em 09/05/19 as 11:28h por - 176 visualizações


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O vereador Izaque José da Silva (PSDB) está licenciado do cargo, na Câmara Municipal de Presidente Prudente, por um período de cinco dias em razão de ter contraído dengue.

Em nota ao G1 na tarde desta quarta-feira (8), o Poder Legislativo informou que o atestado médico referente ao parlamentar foi lido, colocado em votação e aprovado pelo plenário da Câmara Municipal durante a sessão ordinária realizada na última segunda-feira (6).

No atestado, ainda segundo a Câmara pontuou ao G1, o médico responsável, de um hospital particular de Presidente Prudente, aponta a necessidade de repouso do parlamentar por cinco dias.

O código da Classificação Internacional de Doenças (CID) apontado no documento é o A90, que se refere à dengue.

Izaque José da Silva tem 57 anos e cumpre atualmente o seu sétimo mandato consecutivo de vereador em Presidente Prudente.

Em 2016, ele foi reeleito como o vereador mais votado na cidade, com 3.791 votos.

Entre os anos de 2017 e 2018, Silva ocupou durante praticamente 13 meses o cargo de deputado federal, período em que esteve licenciado da Câmara Municipal de Presidente Prudente.

Após mais de um ano como deputado federal, Izaque Silva volta à Câmara Municipal de Presidente Prudente
Casos
A cidade de Presidente Prudente contabiliza neste ano mais de 600 casos positivos de dengue.

Uma mulher de 49 anos morreu na madrugada da terça-feira (7) e teve a dengue como uma das causas da morte apontadas na Certidão de Óbito.

Ela estava internada na Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente. O óbito, que ocorreu à 0h10, foi atestado pelo médico Marcelo Guimarães Tiezzi.

Além da dengue, também constam como causas da morte da mulher edema agudo de pulmão, insuficiência renal aguda, necrose tubular aguda, hemorragia alveolar e diabetes.

A paciente morava no Parque Alvorada.

Em nota, a Santa Casa informou que o corpo da paciente foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO).


“A Santa Casa de Presidente Prudente informa que os casos suspeitos de dengue são direcionados para a Vigilância Epidemiológica do município, que é responsável pela confirmação diagnóstica”, concluiu o hospital.

Dengue é apontada como uma das causas da morte de mulher de 49 anos em Presidente Prudente
A supervisora da Vigilância Epidemiológica Municipal (VEM), Elaine Bertacco, informou ao G1 na terça-feira (7) que, oficialmente, o órgão não tem a confirmação da morte por dengue.

Conforme Elaine, a VEM está levando informações a respeito do caso e aguardando os resultados dos exames da paciente de 49 anos.

"Temos de esperar a confirmação do laboratório. Esse exame específico que vai dizer se foi dengue ou não. Nós já encaminhamos a amostra do soro para o laboratório e também para o [Instituto] Adolfo Lutz", explicou Elaine na noite desta quarta-feira (8) ao G1.

A Secretaria Municipal de Saúde de Presidente Prudente confirmou nesta terça-feira (7) mais 237 casos de dengue na cidade. Com isso, agora são 641 catalogações positivas, sendo 625 autóctones, ou seja, contraídas no município, e outras 16 importadas, vindas de outras localidades.

A pasta informou ainda que há outras 2.560 notificações.

De acordo com a VEM, a maior incidência de casos permanece sendo na área quatro, que compreende bairros como Vila Furquim, jardins Itapura 1 e 2, Jardim Sumaré, Residencial Itapuã, Parque Alvorada, Jardim Brasília, Jardim Planalto e Jardim Santa Mônica, entre outros, na zona leste. Entretanto, o órgão esclareceu que há catalogações positivas espalhadas por toda a cidade.

Além disso, a VEM informou que os sorotipos da dengue que circulam em Presidente Prudente são o 1 e o 2, “o que explica o número crescente de casos”. Segundo a supervisora Elaine Bertacco, o tipo 2 circulou no município em 2010, quando foram registradas 296 catalogações.

“Em Presidente Prudente, temos mais de 220 mil habitantes além da população flutuante, ou seja, muita gente exposta a contrair o tipo 2. Quando a pessoa contrai um sorotipo da dengue, ela fica imune a ele, mas ele a torna mais suscetível a contrair outros tipos, o que tem acontecido. Isso aumenta a gravidade, pois a predominância sempre foi do tipo 1, o único que circulou no ano passado, quando registramos apenas 40 casos”, explicou Elaine.

A supervisora afirmou ainda que a Prefeitura articula intervenções com as Estratégias de Saúde da Família (ESFs), que contam com mais de 100 agentes. Entretanto, Elaine ressaltou que a colaboração da população para a redução da infestação do mosquito Aedes aegypti é de extrema importância.

“Os casos começam a estagnar em junho, no inverno, mas temos de fazer intervenções agora para que, a partir de setembro, com o início da primavera, os índices não voltem a saltar”, concluiu.



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